domingo, 8 de novembro de 2009
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Um Sacripanta Na Cidade Grande...
Para sempre na memória
A decisão
Os fatos e o calendário conspiraram a favor. Eu tinha duas datas em mente e uma decisão firme: finalmente me tocar aos arrabaldes portoalegrinos para conhecer e confraternizar com a coloradagem e para conhecer e estrear no Beira-Rio.Subitamente uma das datas me foi subtraída do leque das possibilidades e a que restou antecipava um pouco os planos. Tudo bem, pensei comigo mesmo, vamos duma vez. Lógico que foi necessário arriscar um pouco, pois ao comunicar o chefe que faltaria ao trabalho na sexta de tarde e no sábado de manhã, imediatamente ele se transformou num enorme ponto de interrogação, com as sobrancelhas arqueadas. Azar. Já não importava o resultado da decisão, ela estava tomada.
A logística
Inúmeras eram as ofertas de lugar para hospedagem. O temor de magoar alguém ou criar constrangimentos de qualquer ordem, atrapalhando a vida normal dos suburbanos sempre foi um dos motivos que me faziam relutar em ir. Todavia resolvi arriscar e adotei o critério da antiguidade: quem primeiro ofereceu hospedagem nos contatos de antanho seria o escolhido. E o escolhido foi o Gilberto Colorado do Brasil. Para sua residência eu me tocaria de mala, cuia, patroa e criança. Na lista ainda constavam o Alex, o Gonça e o Severo. Além, claro, do Fabiano, do Alemão, da governadora, secretários, vários deputados e altos executivos de grandes conglomerados. Obama também ligou, todavia não gosto de beisebol por achar aquilo meio imbecil e porque não pretendia cruzar as fronteiras...
A viagem
A viagem quase resulta em divórcio. Pensem num sujeito nervoso. Pensem numa estrada esburacada. Pensem na pressa e no temor de perder horários. Teremos inúmeros solavancos e infindável blábláblá do tipo “calma homem, assim você vai demolir o carro”!!! Mas que nada, aquele era o meu dia “D”. Nem todos os buracos de estrada do mundo me fariam parar. A rodoviária de Vacaria era a minha Normandia e eu as forças aliadas. Minha investida seria inexorável, irrecusável, indefensável. Mais alguns instantes de tensão e lá estávamos nós acomodados no portentoso Unesul. Viagem tranqüila, paisagens agradáveis, algum trânsito mais complicado em Canoas, inúmeros torpedos emitindo a localização dos visitantes e a chegada nos domínios do Giovani Luiggi, onde Gilberto nos aguardava.
A confraternização

Passarei ao largo das pequenezas domésticas e me concentrarei no evento da noite. Como diz o Gilberto, abrimos os trabalhos com duas long necks uruguaias, se não me falha a memória. Um bujãozinho de Heineken aguardava o abate, gélido e expectante. Havia a promessa de um litro de Jack Daniels, o velho e bom destilado de milho. Em breve os convivas começam a chegar e com eles mais cerveja e carne. Foram muitas apresentações e a grata satisfação de constatar “in loco” o quanto vocês são gente boa, o quanto são parceiros, o quanto são Colorados e o quanto é bom ter amigos. Agora me faltam palavras e sobra emoção para descrever o que sinto...Vocês foram e são incríveis.
Quase uma semana depois da visita é que estou conseguindo mensurar a amplitude do que aconteceu aí. Pode até parecer bobagem, uma simples visita, um churrasco, muita cerveja consumida, o Jack que sorrateiramente apareceu junto com champanhe e até água mineral. Um churrasco de primeira, o pãozinho caprichosamente preparado pelo Conselheiro Adalberto, as risadas, as brincadeiras, a reiteração de um apreço que se originou virtual e hoje é mais do que real. Mas não, nada disso é bobagem, nada disso é pouco ou desimportante. Hoje, mais do que nunca, eu posso dizer: obrigado meus AMIGOS, pela recepção e pela satisfação de tê-los conhecido.
Quase uma semana depois da visita é que estou conseguindo mensurar a amplitude do que aconteceu aí. Pode até parecer bobagem, uma simples visita, um churrasco, muita cerveja consumida, o Jack que sorrateiramente apareceu junto com champanhe e até água mineral. Um churrasco de primeira, o pãozinho caprichosamente preparado pelo Conselheiro Adalberto, as risadas, as brincadeiras, a reiteração de um apreço que se originou virtual e hoje é mais do que real. Mas não, nada disso é bobagem, nada disso é pouco ou desimportante. Hoje, mais do que nunca, eu posso dizer: obrigado meus AMIGOS, pela recepção e pela satisfação de tê-los conhecido.
Sábado
Ressaca dos diachos, mas plenamente justificável. Um giro de tarde e passei na frente dum certo remendão que chamam de estádio. Tal e qual a instituição que por ali se abriga, deprimente...
A visita ao Estádio dos Eucaliptos. História pura e a emoção pulsando e tentando escapar pelo olhar. A chegada no Gigante, o suspiro fundo e a tomada de outra decisão: tenho que agüentar, amanhã tem mais. Foram muitas fotos, era muito calor. O time B se apresentava e perdia de 1x0. Prenúncio de domingo?
Na arquibancada alguns personagens da noite anterior, igualmente em estado crítico do pós-festa. Mais ainda um deles que acabou dormindo no chão e cedendo a proeminência abdominal para que o Totó se refestelasse e repousasse o sono dos justos por uma noite. Um porre democratiza a convivência entre os seres vivos...
A visita ao Estádio dos Eucaliptos. História pura e a emoção pulsando e tentando escapar pelo olhar. A chegada no Gigante, o suspiro fundo e a tomada de outra decisão: tenho que agüentar, amanhã tem mais. Foram muitas fotos, era muito calor. O time B se apresentava e perdia de 1x0. Prenúncio de domingo?
Na arquibancada alguns personagens da noite anterior, igualmente em estado crítico do pós-festa. Mais ainda um deles que acabou dormindo no chão e cedendo a proeminência abdominal para que o Totó se refestelasse e repousasse o sono dos justos por uma noite. Um porre democratiza a convivência entre os seres vivos...Domingo
Eis que chega o grande dia. Frustrados os planos do churrasco nosso de cada dia nos espaços alternativos, optou-se por uma...churrascaria! Um belo passeio antes do almoço, visita ao Gasômetro, aos barcos que fazem passeios pelo Guaíba, a surpresa duma exposição ou feira de carros, alguns clássicos, outros antigos. Uma lauta refeição na preparação para logo mais. Curiosamente o conselheiro Adalberto, ao servir-se, rapou com os ovos de codorna do buffet de saladas. Tenho registros fotográficos disso. Na residência do Gilberto também percebi a presença duma caixinha de ovos de codorna. Estranho, muito estranho...Em seguida fomos fazer a prévia do jogo no superhiperultramega-famoso Bar do Lucas.
Mais cervejada, mais parceria e por lá acabei conhecendo o ilustríssimo jornalista Fábio Araújo. Também foi lá que recebi das mãos do Sandro a camiseta oficial personalizada com a qual ele presenteou o meu pequeno Gabriel. Inclusive ouvi a reclamação dele que estava estranhando o fato de não ter ouvido um xingamento sequer por parte da minha pessoa, o que o decepcionava em muito. É um sacripanta mesmo...Eu estava tão maravilhado com tudo que acabei ficando meio retraído, sem ação. Prometo que da próxima vez vou xingar meio mundo.
Mais cervejada, mais parceria e por lá acabei conhecendo o ilustríssimo jornalista Fábio Araújo. Também foi lá que recebi das mãos do Sandro a camiseta oficial personalizada com a qual ele presenteou o meu pequeno Gabriel. Inclusive ouvi a reclamação dele que estava estranhando o fato de não ter ouvido um xingamento sequer por parte da minha pessoa, o que o decepcionava em muito. É um sacripanta mesmo...Eu estava tão maravilhado com tudo que acabei ficando meio retraído, sem ação. Prometo que da próxima vez vou xingar meio mundo.No Gigante
Após rápida conversa do Alex e do Gonça com o senhor Gelson Pires, o mesmo marcou horário para eu estar lá na entrada do vestiário, pois me concederiam o regalo de visitar o gramado do Beira-Rio. Na hora aprazada, lá fui eu, na parceria com o Giba que registraria o ato. Fomos conduzidos até o gramado e ao chegar lá, senhoras e senhores, o bicho pegou...

Creio ser indescritível. A popular na sombra, qual gladiadores esperando sua hora de combate. O gramado majestoso. A inscrição “A maior e melhor torcida do Rio Grande” a desafiar as estatísticas, a goleira do gol iluminado de Figueroa...À ela nos dirigimos, enquanto Lauro e Michel Alves aqueciam. Gilberto pede uma foto, Lauro nega. Estava se concentrando. Tanta concentração resultaria em tragédia logo mais. Toco a goleira, tiro uma foto. Me ajoelho no gramado e arranco um tufo de grama para a posteridade. Caminho ao largo da risca divisória do gramado. Olho em todas as direções. A respiração tranca. Os olhos marejam. E ali, no gramado do Beira-Rio, numa tarde de calor sufocante de 1° de novembro de 2009, eu, Clecius Paganella Pacheco, o Colorado de Esmeralda, Godfather, Sacripanta e sei lá mais o que, chorei. Copiosamente. Espasmodicamente. Toda e emoção represada pela expectativa, por um desejo de anos e anos fluiu. Talvez todas as alegrias pelas vitórias e conquistas e todas as frustrações pelas derrotas já sofridas estivessem naquele choro. Certamente todo o amor e paixão que sinto por esse clube estavam ali. Um filme em altíssima velocidade me passa pela mente com tudo o que aquele momento representa. E eu me sinto ainda mais Colorado. Por momentos parece que uma sombra me abriga do sol. Talvez fosse o anjo de Asas Vermelhas que habita aquele espaço, me concedendo o batismo definitivo na irmandade rubra que iniciou pra mim em 1975 e não tem data pra acabar. Consigo ainda tirar uma foto com o massagista Juarez, personagem que eu ansiava por conhecer, pois partilho do princípio de Rubens Minelli de que o funcionário mais humilde por vezes é o mais importante. Ficou faltando conhecer o roupeiro Gentil, mas tenho certeza que na próxima vou concretizar esse desejo. Ainda pude ver os jogadores entrando em campo e em seguida fomos chamados a sair. A emoção me acompanhou durante todo o trajeto de volta. A emoção está aqui quando revivo esse momento.

Creio ser indescritível. A popular na sombra, qual gladiadores esperando sua hora de combate. O gramado majestoso. A inscrição “A maior e melhor torcida do Rio Grande” a desafiar as estatísticas, a goleira do gol iluminado de Figueroa...À ela nos dirigimos, enquanto Lauro e Michel Alves aqueciam. Gilberto pede uma foto, Lauro nega. Estava se concentrando. Tanta concentração resultaria em tragédia logo mais. Toco a goleira, tiro uma foto. Me ajoelho no gramado e arranco um tufo de grama para a posteridade. Caminho ao largo da risca divisória do gramado. Olho em todas as direções. A respiração tranca. Os olhos marejam. E ali, no gramado do Beira-Rio, numa tarde de calor sufocante de 1° de novembro de 2009, eu, Clecius Paganella Pacheco, o Colorado de Esmeralda, Godfather, Sacripanta e sei lá mais o que, chorei. Copiosamente. Espasmodicamente. Toda e emoção represada pela expectativa, por um desejo de anos e anos fluiu. Talvez todas as alegrias pelas vitórias e conquistas e todas as frustrações pelas derrotas já sofridas estivessem naquele choro. Certamente todo o amor e paixão que sinto por esse clube estavam ali. Um filme em altíssima velocidade me passa pela mente com tudo o que aquele momento representa. E eu me sinto ainda mais Colorado. Por momentos parece que uma sombra me abriga do sol. Talvez fosse o anjo de Asas Vermelhas que habita aquele espaço, me concedendo o batismo definitivo na irmandade rubra que iniciou pra mim em 1975 e não tem data pra acabar. Consigo ainda tirar uma foto com o massagista Juarez, personagem que eu ansiava por conhecer, pois partilho do princípio de Rubens Minelli de que o funcionário mais humilde por vezes é o mais importante. Ficou faltando conhecer o roupeiro Gentil, mas tenho certeza que na próxima vou concretizar esse desejo. Ainda pude ver os jogadores entrando em campo e em seguida fomos chamados a sair. A emoção me acompanhou durante todo o trajeto de volta. A emoção está aqui quando revivo esse momento.
Na torcida
Saímos do campo, subimos a rampa, passamos pela catraca. Ao entrar no estádio, vejo a bola entrando no gol de Lauro. Ele estava tão concentrado que nem pulou, se não me engano...A partir dali um jogo ruim, catimbado, embolado. Muitas alterações, pouca efetividade colorada. Segundo tempo, mesma coisa, algumas chances, placar final Internacional 0x 1 Botafogo. Ressuscitamos mais um morto. Saída do estádio, torcida revoltada e um revival do outrora famoso Portão 8. Não pude levar na bagagem a sorte para uma vitória, todavia parece que levei um ácaro de indignação. Certamente isso terá desdobramentos e só o futuro nos dirá.
Finaleira
Desistimos até da cerveja tradicional de depois do jogo. Depois arrematamos a tarde no Cavanhas, secando o Portoalegrense. Eles perderam. Após isso, a transferência de hospedagem para a residência do Alexandre, onde ficamos até à hora da partida. Consegui pagar duas visitas num mesmo fim de semana. Pela distância, o Gonça conseguiu se livrar de mim, desta feita. Faltava um sacripanta. Ele não estava. Compromissos inadiáveis exigiam sua presença. Rafael Severo, pode esperar, a tua hora vai chegar...huahuahua (risada maligna).
Agradecimentos
A todos, sem exceção. Um abraço do tamanho do Rio Grande. Aqui onde a pequena pátria gaúcha e Colorada começa, as portas estão sempre abertas pra vocês. Gilberto, Gonçalves, Alexandre, Sandro, Fabiano, Marimon, Guilherme, Alemão, Marcos Marino, Éber Prado, Fabinho, Márcio, esposas, namoradas, companheiras: foi um prazer incomensurável conhecê-los e revê-los. Obrigado pela estadia, pela parceria e pela amizade. Vocês moram em nossos corações, podem apostar. Um forte abraço deste que vos escreve, da Carol e do Gabriel. Até a próxima.
Por Gonçalves Às 11:56 13 comentários
BOMBA: NOVO TREINADOR
Caso não vença o Barueri, Inter já tem seu novo treinador:
Dica do Júlio de Sampa!!!
EDIT:
Materazzi versão feminina
Por Gonçalves Às 10:00 2 comentários
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
A Pedido...
Comprometidos com resultados
nota de esclarecimento
nota de esclarecimento
Frente à preocupante situação do Internacional no Campeonato Brasileiro em relação às expectativas de todos seus torcedores ao longo desse histórico ano de 2009, bem como às reiteradas manifestações e cobranças dos torcedores por atitudes no âmbito do Conselho Deliberativo, o Movimento INTERnet/BV julga importante prestar alguns esclarecimentos.
O Movimento INTERnet/BV mantém sua posição de independência, conquistada através da Chapa 3 na eleição de 2008, em relação aos grupos que compõem a atual Diretoria.
continua no link AQUI
Por Gonçalves Às 15:43 16 comentários
terça-feira, 3 de novembro de 2009
Um Salve a Matemática
Para quem frequenta o Arena, às terças-feiras, este título soará como uma forte contradição. Num levante Wianístico, teria eu, mudado completamente meus princípios em relação as projeções matemáticas? Talvez. No momento, é o único combustível que faz com que acredite no Tetra. Temos um porcento de chance. Olha só. Um porcento!!! E vocês me vem com essa de jogar a toalha.
O título ficará no Gigante, afinal, essa Terra tem Patrão – e não é o puto Tricolor. Tsc. Livrando-se da ironia, ao menos uma vez, se essa terra tivesse realmente Dono e comandássemos os jogos dentro do Beira-Rio, teríamos, pelo menos, 13 pontos a mais (derrotas para Cruzeiro, Corinthians e Botafogo; empates para Atlético PR e São Paulo – sem citar outros, que não lembro). Infelizmente, na Gran Ordem Ludopédica, o "SE" acompanha somente os fracos, local em que se enquadra o atual time do Inter.
A derrota no domingo, 1º, contra o limitado Botafogo, no Estádio Beira-Rio, serviu para mostrar a que viemos no Brasileirão: sermos coadjuvantes. Uma espécie de Stênio Garcia, no Carga Pesada. Uma equipe que joga em Casa contra um time quase rebaixado, perdendo de 1 a 0, com um a mais, chuta menos de três bolas a gol no segundo tempo, é, no mínimo, cagalhona. Não merece ganhar nem a Taça Bandeirantes.
A desolação na descida da Rampa da Superior era tanta, que acabei enlevado pela onda de pessimismo e por uns bons minutos passei a acreditar que o time é cagão (é verdade); que a maioria dos atletas não têm culhões (acho que não têm mesmo); que ficaríamos de fora da Libertadores (mudei de ideia); e que o Tetra era assunto para discorrer com o Bozo. Passados o trago e a revolta, a minha insana e inconsequente Coloradagem voltou a acreditar que ainda dá.
Contra fatos, não há argumentos
Existem algumas máximas no futebol que até o meu primo terceiro, de três anos, já conhece. "O Futebol é uma caixinha de surpresas"; ou "Quem não faz, leva", dentre outros. Um deles, muito utilizado pela turma do amendoim, é o "Contra Fatos, não há argumentos". Os corneteiros de plantão adoram derrubar os argumentos de que o seu time possa galgar algo maior dentro da competição, seja ela qual for. Por vezes, meus cálculos e projeções foram achincalhados na caixa de comentários.
O mais sensato, no entanto, após mais uma derrota em casa, seria eu te apresentar novos argumentos e convicções, ressaltando porque devemos acreditar no Tetra.
Pois bem, não tenho mais argumentos. Minhas esperanças permanecem fortes, mas a convicção foi-se no último domingo. Tenho a certeza de que quando levantarmos o Caneco será o maior rabo da história. Todo mundo sabe, aquela coisa: time amarelão, entregou todas as chances que teve. E não foram poucas.
Agora, estamos à espera do acaso, precisando que ocorra um punhado de resultados paralelos, assim como aconteceu há alguns anos, culminando com a vitória sobre o Paysandu.
Um Porcento
Quando tu Colorado (a), vais na lotérica fazer um fezinha na Mega, sabe qual a chance de levar o Bolão? 0,000000001 %. E tu joga.
Ao dar uma trovada naquela voluptuosa loura, na balada, tragoleado, sem um tostão no bolso, sem carro, somente com o rostinho bonito - que tua vó diz que tu tens... Sabe qual a chance de encerrar a noite num Motel? 0,00001%. E tu insiste em trovar.
Mesmo esmerando-se no trabalho, ficando até mais tarde por vários dias, calcula o percentual de chances em receber um aumento no ordenando no final deste mês? 0,00001 %. E tu espera dias melhores.
Conheceu uma guria na internet e vai conhecê-la pessoalmente. Quais as chances dela ser interessante, gostosa, solteira, amável, romântica e que ature todos os teus defeitos? 0,1%. Mesmo assim, dezenas de encontros ocorrem diariamente.
Por quê, então, cargas d'água, desistir de um time que tem valiosos um porcento de chances de conquistar o Tetra? A matemática joga a nosso favor.
Mesmo com um time medíocre que entrega as partidas em casa; que deixa passar dezenas de cavalos encilhados; não aponta melhora alguma no segundo turno; a matemática nos ensina que ainda temos condições de levar a Taça pra casa.
Um salve a matemática.
Pois no time do Inter, está cada vez mais difícil de acreditar.
Fabio Araujo
Por Fabio - Arena Vermelha Às 14:16 21 comentários
Marcadores: Fábio
Assinar:
Postagens (Atom)






























